quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Á PROCURA DO CRIMINOSO BOCCA
A Polícia Civil de Araucária está atrás de Fernando Bocca, figura conhecida, acusada de homicídios e assaltos. No final de maio deste ano, o criminoso chegou a ser pego em Curitiba, contou o investigador Damasceno, mas com uma documentação falsa, não foi reconhecido pela polícia. “Ele chegou a ficar 12 dias preso no 12º Batalhão, mas, como não o identificaram, já que ele usou o nome de outra pessoa que realmente existe, foi solto por alvará”. Damesceno afirma que durante suas checagens de rotina, observou o caso: “Ele enganou certinho a polícia. Agora temos uma foto recente dele e pedimos ajuda da população para localizá-lo”, destacou.
Conforme afirma, Fernando Bocca está em Araucária: “Ele foi visto recentemente em um atentado e, possivelmente, participou do assalto ao Armazém da Família (manhã de sexta-feira, 15)”. O investigador afirma que Bocca não tem envolvimento com o tráfico de drogas. Por esses motivos, a Polícia Civil pede ajuda da população para a localizar o criminoso; qualquer informação sobre o seu paradeiro deve ser repassada para Delegacia local no telefone: (41) 3642-2000. As denúncias são anônimas.
Histórico
No dia 20 de dezembro de 2010, Bocca foi preso; ele estava foragido da carceragem da Delegacia e era acusado do homicídio de um adolescente, e suspeito de ter assassinado outro e de ter tentado matar mais um. No dia 10 de janeiro 2011, ele já conseguiu escapar da carceragem, junto com outros 11 detentos, através de um buraco. No momento, o criminoso já respondia pelo homicídio de um adolescente de 15 anos, ocorrido no dia 22 de julho de 2010, na Rua Tipuana, no Jardim Tupy, no Bairro Campina da Barra, quando também foi baleada uma criança de apenas 9. Ele chegou a ser detido no dia seguinte ao crime e autuado em flagrante após ter sido reconhecido por testemunhas. Contudo, conseguiu fugir da DP em 30 de agosto, com outros 24 detentos, através de um túnel.
Ele também é suspeito de ter tentado assassinar um adolescente de 14 anos e outro de 16 anos no dia seguinte. Outro crime aconteceu na casa da vítima, na Rua das Violetas, próximo à Rua das Flores, na Vila São Francisco, também no Campina da Barra. Segundo investigadores, os dois homicídios e a tentativa foram motivados por uma suposta agressão à namorada de Bocca. Ele também é acusado de matar Paulo Costa, no dia 12 de junho deste ano, no Jatobá. Recentemente, foi visto pela cidade em um atentado e em alguns assaltos.
Extraído de O POPULAR, edição de 25.07.2011
domingo, 24 de julho de 2011
BROKEN WINDOWS - TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS
Um exemplo que vale a pena conhecer:
Em três anos, o número de delitos em Nova Iorque foi reduzido à metade. O índice de homicídios é o menor dos últimos 30 anos. Para isso, foi utilizada a teoria das janelas quebradas: resolver os problemas enquanto ainda são pequenos.
Dois criminologistas da Universidade de Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto (Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado. Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas.
De acordo com os autores, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão quebradas. Algo semelhante ocorre com a delinqüencia.
A teoria começou a ser aplicada em Boston, onde Kelling, assessor da polícia local, recebeu a incumbência de reduzir a criminalidade no metrô - um problema que afastava muitos passageiros, gerando um prejuízo de milhões de dólares. Contudo, o programa não chegou a ser concluído por causa de uma redução orçamentária.
Em 1990, Kelling e Wilson Bratton, foram destinados a Nova Iorque e começaram a trabalhar novamente. O metrô foi o primeiro laboratório para provar que, se "arrumassem as janelas quebradas", a delinqüencia seria reduzida. A polícia começou a combater os delitos menores. Aqueles que entravam sem pagar, urinavam ou ingeriam bebidas alcoólicas em público, mendigavam de forma agressiva ou que pichavam as paredes e trens eram detidos, fichados e interrogados. As pichações eram apagadas na hora, e os "artistas" não podiam admirá-las por muito tempo.
Após vários meses de campanha, a delinqüencia no metrô foi reduzida em 75% e continuou caindo de ano para ano. Após o sucesso no metrô e nos parques, foram aplicados os mesmos princípios em outros lugares e em outras cidades. Não se afirma que os resultados obtidos sejam exclusivos destas medidas, mas a experiência de Nova Iorque repercutiu em todo o país.
Artigo extraído do jornal Interprensa - junho/1997
Em três anos, o número de delitos em Nova Iorque foi reduzido à metade. O índice de homicídios é o menor dos últimos 30 anos. Para isso, foi utilizada a teoria das janelas quebradas: resolver os problemas enquanto ainda são pequenos.
Dois criminologistas da Universidade de Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto (Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado. Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas.
De acordo com os autores, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão quebradas. Algo semelhante ocorre com a delinqüencia.
A teoria começou a ser aplicada em Boston, onde Kelling, assessor da polícia local, recebeu a incumbência de reduzir a criminalidade no metrô - um problema que afastava muitos passageiros, gerando um prejuízo de milhões de dólares. Contudo, o programa não chegou a ser concluído por causa de uma redução orçamentária.
Em 1990, Kelling e Wilson Bratton, foram destinados a Nova Iorque e começaram a trabalhar novamente. O metrô foi o primeiro laboratório para provar que, se "arrumassem as janelas quebradas", a delinqüencia seria reduzida. A polícia começou a combater os delitos menores. Aqueles que entravam sem pagar, urinavam ou ingeriam bebidas alcoólicas em público, mendigavam de forma agressiva ou que pichavam as paredes e trens eram detidos, fichados e interrogados. As pichações eram apagadas na hora, e os "artistas" não podiam admirá-las por muito tempo.
Após vários meses de campanha, a delinqüencia no metrô foi reduzida em 75% e continuou caindo de ano para ano. Após o sucesso no metrô e nos parques, foram aplicados os mesmos princípios em outros lugares e em outras cidades. Não se afirma que os resultados obtidos sejam exclusivos destas medidas, mas a experiência de Nova Iorque repercutiu em todo o país.
Artigo extraído do jornal Interprensa - junho/1997
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Covardes assassinam vigia em Araucária!
Madrugada fria em Araucária. Uma denso nevoeiro dobre a cidade. Perto das 02:50 horas seis marginais invadem o estabelecimento do Supermercado Condor em Araucária, tres deles vão até a guarita onde o vigia João Nivaldo, 66 anos, estava trabalhando. Mesmo sendo dominado e sem esboçar reação ele é brutalmente agredido, espancado e assassinado com um tiro na cabeça. Fazia um mês que ele estava trabalhando ali. Supostamente os elementos planejavam roubar os caixas eletrônicos, o cofre da loja ou até mesmo alguma mercadoria de alto valor, pois um deles portava um alicate corta frio, e a porta do estabelecimento estava aberta em função de que havia ali perto de 30 pessoas, trabalhando na reforma da loja ou serviço de manutenção. Imagens de uma câmera da Guarda Municipal, situada aproximadamente 500 metros do local, mostra um veiculo utilitário, modelo Fiorino na cor branca, entrando apressadamente na Rodovia do Xisto sentido Curitiba, momento em que um outro veículo parado na marginal desta rodovia, em sentido oposto, dá sinal de luz ao condutor desta Fiorino.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
ESCRAVO DA DROGA!

Vejam a que ponto chega um usuário de entorpecentes. Sem dinheiro, um viciado penhora o próprio carro, que está em nome de sua esposa, para poder garantir o suprimento das drogas. E tem mais: ele literalmente "se internou na biqueira". O traficante fica com o carro até que ele consiga pagar a dívida.
Este caso foi relatado a mim pelo pai de um viciado, moradores de Araucária. E disse que não é a primeira vez que isto ocorre. Anteriormente ele pagou R$300,00 ao traficante para retirar o veículo. A "biqueira" fica no Barigui, bairro CIC, em Curitiba.
Agora o filho novamente está lá, se drogando e não sabe quando voltará para casa. Se quiser o filho e o carro de volta, terá que dispensar mais um dinheiro ao traficante.
Triste realidade!
domingo, 3 de julho de 2011
PM DE FOLGA TENTA EVITAR ASSALTO E ACABA SENDO EXECUTADO AO TER ARMA ROUBADA POR BANDIDO
A tentativa de um policial militar de folga de evitar um assalto a um supermercado de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, terminou de forma trágica, na tarde deste sábado (02). O cabo Emilson José Dênis, 41 anos, do 17º Batalhão da Polícia Militar (17º BPM), da 5º Seção do Estado Maior, que trabalhava há uma semana na Sala de Imprensa do Quartel Geral da PM, em Curitiba, acabou morto com dois tiros no rosto, que veio da própria arma dele, uma pistola .40.
Segundo os investigadores que já estavam no local, cabo Dênis, que é morador em São José dos Pinhais, passava pela rua Jorge Guimarães de Camargo, na Vila Xingú, quando avistou o assalto ao supermercado Compra e Forte. Um homem vestindo gorro e moletom branco levou R$ 600 do caixa e, após entrar em luta corporal com o cabo, roubou a arma dele e o alvejou com um tiro fatal no rosto.
“Ele viu a ação do bandido em uma caixa e tentou o imobilizar após entrarem em luta corporal. Outros disparos foram efetuados que atingiram prateleiras e o teto do supermercado. Ele roubou a arma e efetuou os dois disparos no rosto”, detalhou o tenente Franciele Hoflinger, da PM de São José.
O clima no local era de luto por parte dos policiais militares do 17º BPM. Além deles, homens da Rotam e da Guarda Municipal já estavam lá. Por meio das câmeras de segurança do estabelecimento, a polícia pretende chegar até o criminoso.
Cabo Dênis já estava há 20 anos na corporação, ele era casado. A Delegacia de São José dos Pinhais será a responsável pelas investigações do caso.
Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique
Sábado 02/07/2011
Segundo os investigadores que já estavam no local, cabo Dênis, que é morador em São José dos Pinhais, passava pela rua Jorge Guimarães de Camargo, na Vila Xingú, quando avistou o assalto ao supermercado Compra e Forte. Um homem vestindo gorro e moletom branco levou R$ 600 do caixa e, após entrar em luta corporal com o cabo, roubou a arma dele e o alvejou com um tiro fatal no rosto.
“Ele viu a ação do bandido em uma caixa e tentou o imobilizar após entrarem em luta corporal. Outros disparos foram efetuados que atingiram prateleiras e o teto do supermercado. Ele roubou a arma e efetuou os dois disparos no rosto”, detalhou o tenente Franciele Hoflinger, da PM de São José.
O clima no local era de luto por parte dos policiais militares do 17º BPM. Além deles, homens da Rotam e da Guarda Municipal já estavam lá. Por meio das câmeras de segurança do estabelecimento, a polícia pretende chegar até o criminoso.
Cabo Dênis já estava há 20 anos na corporação, ele era casado. A Delegacia de São José dos Pinhais será a responsável pelas investigações do caso.
Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique
Sábado 02/07/2011
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